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O caso funcionava da seguinte forma: os estelionatários, passando-se por médicos, entravam em contato com familiares de pessoas que estavam internadas no Centro de Terapia Intensiva (CTI) e pediam valores para a compra de remédios necessários para o tratamento. De acordo com o delegado, nenhum depósito chegou a ser efetuado porque as vítimas informaram os casos às direções dos hospitais, que disseram que tratava-se de golpe.
A investigação da polícia já descobriu que as contas informadas pelos estelionatários para que as vítimas fizessem os depósitos são do Mato Grosso e de Goiás. O delegado Muniz afirma que segue duas linhas de investigação. Uma é de que os sistemas de informática no qual as informações sobre internações são registradas haviam sido hackeados e, de posse desses dados, os criminosos estravam em contato com as vítimas. A outra é de que alguma pessoa da cidade ou da região tenha participação no esquema.
Ainda é temerário afirmar que algum colaborador dos hospitais tenham participação, mas há a hipótese de que alguém da cidade tenha participação. Esses estelionatários ficam rondando e podem até mesmo ter puxado conversa na frente das instituições para conseguir informações explica o delegado."